Escolher o modal de transporte ideal e consolidar sua carga de forma estratégica pode ser o diferencial entre lucro e prejuízo em uma operação internacional.
Empresas que importam ou exportam regularmente enfrentam uma decisão comum: aéreo, marítimo ou rodoviário? A resposta certa nem sempre é a mais óbvia — ela depende de variáveis como tipo de mercadoria, urgência, valor da carga e estrutura de distribuição.
➡️ A importância de escolher o modal certo
Cada modal tem suas vantagens:
- Aéreo: rápido, ideal para cargas urgentes ou de alto valor, mas com custo elevado.
- Marítimo (FCL/LCL): econômico para grandes volumes, ideal para longas distâncias.
- Rodoviário: bom para distâncias curtas ou complementação de outros modais.
Mas o segredo está em alinhar o modal à estratégia da operação. Um produto de baixo valor agregado talvez não justifique o frete aéreo, enquanto uma carga perecível pode exigir rapidez mesmo com custo maior.
➡️ O que é a consolidação de carga (e por que ela importa)
Consolidar carga é quando várias mercadorias de um mesmo exportador (ou até de diferentes clientes, dependendo da estratégia) são agrupadas para ocupar melhor o espaço do contêiner, avião ou caminhão.
Isso pode gerar economia direta no frete e evitar taxas desnecessárias — principalmente no caso do LCL marítimo, onde o espaço é compartilhado.
➡️ Quando consolidar faz sentido?
- Você tem mais de um fornecedor na mesma origem
- Tem envios frequentes e pode agrupá-los em datas próximas
- Precisa evitar taxas mínimas de frete por carga fracionada
➡️ E como fazer isso com segurança?
Aqui entra a importância de contar com um parceiro como a Facility. Nossos time avalia cada operação para entender:
- Qual o melhor modal
- Se a consolidação é viável
- Como garantir economia sem comprometer o prazo ou integridade da carga
💡 Dica final:
Antes de pensar no menor preço do frete, pense em estratégia logística. A escolha do modal e a consolidação podem ser a diferença entre pagar a mais… ou lucrar a mais.



